segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
A conciência a perturbava, chegava a ser incomodo a maneira como vinha à tona para se mostrar, exibida, se metia onde não era chamada, mas foi assim que a razão enfim ensinou lhe a ouvi-la.
Aguçam-lhe o grito, com aquela eterna mania de querer não querendo, mas espere, pra onde a voz dela havia corrido naquele instante?
Havia ensiado tanto aquele belíssimo discurso e sabia que teria lhe causado certo impacto... E de novo as saus belas palavras teriam criado asas e se perdido no distante; havia se esquecido que elas não tinham o mesmo medo que ela ainda tem de voar.
Havia uma trajetória certa para que ser seguida, a quantidade de passos estava contado, os espaço para novas pessoas era calculado, as cores preferidas já eram certas, as cartas tinham um único destinatário; as musicas causam um mesmo continuo efeito concreto, os sábados tardios ja tinham suas devidas previsões. Tanto a chuva, quanto o sol tinham sempre o mesmo impacto fundametal para ela.
Sentia-se grata por não ter que contar, por poder simplismente sintir e silênciar.
Sem grandes expectativas, mas com grandes sonhos em mente.
Construia na areia castelos de sonhos, e era lá que aglomerava suas frustações e de longe via o ir e vir dos dias.
Sem muitas chances dadas ao tempo, uma fração do segundo todo foi o suficiente e a acertou em chio.
Planos há tanto tempo sendo evitados, tornam-se utilitário diário, relégio tornou-se objeto obrigatório e as palavras de convencimento mesmo enojando-a, eram por ela utilizadas de 5 em 5 minutis.
Em uma tarde tão normal e corrida quanto às outras, recebeu então uma velha/nova visita.
- Olá silêncio, bem vindo de novo, por que foi para tão longe? Eu senti sim sua falta, mas eu aprendi a viver sem você!
Foi assim que o silêncio lhe respondeu, sem muitas expressões:
- Pode até ser que ajam falhas na execução, mas assim ninguém poderá negar que você utilizou-se de intenções. E foi por isso que para longe eu fui, você precisava aprender. Tenho que de novo partir, se cuide menina, lembre-se de todos os dias colocar o medo para dormir e se cuide.
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